Pela Graça você é Livre da Culpa e Liberto do Pecado

Graça

O pecado é uma realidade que afeta a todos nós, pois somos humanos e falhos. No entanto, Deus nos oferece uma solução para o problema do pecado: a graça.

A graça é o favor imerecido de Deus, que nos perdoa, nos purifica e nos transforma. A graça nos liberta da culpa do pecado, que nos impede de viver uma vida plena e abundante em Deus.

Mas como podemos desfrutar da graça de Deus e vencer o pecado em nossas vidas? Vamos explorar três aspectos essenciais para isso: o arrependimento, a adoração e o domínio próprio.

Desfrutando da Graça com O Arrependimento

O primeiro aspecto que nos ajuda a viver livres da culpa do pecado é o arrependimento. O arrependimento é a mudança de mente e de atitude em relação ao pecado, que nos leva a abandoná-lo e a buscar a Deus.

O arrependimento é uma resposta à graça de Deus, que nos convence do pecado, da justiça e do juízo, e nos chama ao seu Reino. É uma condição para recebermos o perdão de Deus e a salvação eterna.

Como diz em Atos 3:19Arrependam-se, pois, e voltem-se para Deus, para que os seus pecados sejam cancelados. É reconhecer que pecamos contra Deus e contra o próximo, e que precisamos do seu perdão e da sua ajuda.

O arrependimento não é apenas um ato isolado, mas um estilo de vida. Devemos nos arrepender diariamente, como Jesus nos ensinou na oração do Pai Nosso: “Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores” – Mateus 6:12.

O arrependimento nos leva a confessar os nossos pecados a Deus e a buscar a sua misericórdia. Em 1 João 1:9, lemos: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”.

Fidelidade e Bondade

Buscando a Fidelidade e a Bondade de Deus.

Desfrutando da Graça com A Adoração

Outro aspecto que nos ajuda a viver livres da culpa do pecado é a adoração. A adoração é a expressão do nosso amor, da nossa gratidão pela graça e da nossa reverência a Deus, que nos criou, nos salvou e nos sustenta.

A adoração nos aproxima de Deus e nos faz experimentar a sua presença, a sua paz e a sua alegria. A adoração também nos purifica, pois nos faz reconhecer a grandeza de Deus e a nossa pequenez, a santidade de Deus e a nossa pecaminosidade, a bondade de Deus e a nossa maldade.

A adoração é a expressão do nosso amor e da nossa gratidão a Deus por sua graça, misericórdia e bondade, que nos salvou e nos libertou do pecado. É um ato de fé e de obediência, que nos conecta com a presença e o poder de Deus.

A adoração é um modo de vida, que envolve todo o nosso ser: espírito, alma e corpo. Devemos adorar a Deus em espírito e em verdade, como Jesus disse à mulher samaritana: “Mas vem a hora — e já chegou — em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. Porque são esses que o Pai procura para seus adoradores. Deus é Espírito, e é necessário que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade” – João 4:23-24.

A adoração em espírito significa que devemos adorar a Deus com sinceridade, com humildade e com alegria, sem formalismos ou hipocrisias. Devemos adorar a Deus com base na sua Palavra, que revela quem Ele é e o que Ele fez por nós.

Desfrutando da Graça com O Domínio Próprio

Um dos aspectos que nos ajuda a viver livres da culpa do pecado é o domínio próprio. O domínio próprio nos faz mais parecidos com Cristo, que foi obediente até a morte, e nos protege de cair em tentações que podem nos levar ao pecado.

Como diz em Provérbios 25:28 – Como cidade derrubada, que não tem muralhas, assim é aquele que não tem domínio próprio.

O domínio próprio é a capacidade de controlar os nossos impulsos e as nossas emoções, de acordo com a vontade de Deus. O domínio próprio é um fruto do Espírito Santo, que nos capacita a vencer as tentações e as paixões da carne.

Em Gálatas 5:22-23, lemos: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei”. Devemos buscar o domínio próprio, lembrando que o reino de Deus é tomado a força.

O domínio próprio nos ajuda a evitar o pecado e a praticar a justiça, como diz Tito 2:11-12: “Porque a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos, ensinando-nos, para que, renunciando à impiedade e às paixões mundanas, vivamos neste mundo de forma sensata, justa e piedosa”.

E Quando Formos Julgados como Culpados?

Muitas vezes, somos julgados como culpados por nós mesmos ou pelos outros, por causa dos nossos erros e falhas. Isso pode nos trazer sentimentos de vergonha, culpa, medo e condenação.

Como devemos lidar com esses julgamentos? A Bíblia nos ensina alguns princípios importantes sobre isso: Devemos reconhecer que somente Deus é o juiz justo, que conhece os propósitos do coração humano.

Em Provérbios 20:10 diz: “O Senhor detesta o uso de dois pesos e duas medidas; ele detesta tanto uma coisa quanto a outra”. Deus não se agrada daqueles que se acham melhores do que os outros, e que condenam os seus irmãos sem misericórdia.

Jesus disse em Mateus 7:1-2: “Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também”.

Devemos buscar a humildade, que consiste em reconhecer as nossas limitações e fraquezas, e depender da graça de Deus. Provérbios 20:9 diz: “Quem pode dizer: ‘Purifiquei o meu coração; estou limpo do meu pecado’?”. Ninguém pode se gabar de ser perfeito ou puro, pois todos pecamos e carecemos da glória de Deus – Romanos 3:23.

Por isso, devemos nos arrepender dos nossos pecados, e aceitar o perdão e a purificação que Deus nos oferece em Cristo. 1 João 1:7 diz: “Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado”.

Devemos praticar o amor, que consiste em acolher, perdoar e restaurar os que erram, sem julgar ou rejeitar. Provérbios 20:6 diz: “Muitos proclamam a sua própria bondade, mas alguém que é digno de confiança, quem o achará?”. A verdadeira bondade não se baseia nas palavras, mas nas atitudes.

Aquele que é digno de confiança é aquele que ama o seu próximo como a si mesmo, e que não o abandona na hora da dificuldade. Jesus disse em João 13:34-35: “Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros”.

Deus nos chamou para sermos livres da culpa do pecado, que nos afasta Dele e nos impede de desfrutar da sua graça.

Para isso, ele nos deu três recursos essenciais: o arrependimento, a adoração e o domínio próprio. Esses três aspectos devem fazer parte da nossa vida cristã, como uma resposta ao amor e à misericórdia de Deus.

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